Melina Esteves, patroa flagrada em agressões contra a babá das filhas, estaria em transtorno psicológico. Quem declarou isso foi o novo advogado da idosa. De acordo com Marcelo Cunha, que assumiu a defesa da mulher há quatro dias, a cliente dele tem diagnóstico de transtorno bordeline – caracterizado por mudanças rápidas de humor – e quando cometeu as agressões, a mulher não tomava as medicações previstas. Cunha declarou também que Esteves tem pavio "curtíssimo", e reage de forma muito intensa, como se fosse "o fim do mundo".

À TV Bahia, o defensor disse que a violência praticada teria sido fruto da "proteção materna", uma vez que, segundo ele, a babá teria agredido uma das trigêmeas, filhas da acusada. Marcelo Cunha declarou ainda que Melina Esteves já teve episódios anteriores como outras babás que também teriam agredido as crianças.

Em relação aos vídeos que mostram a agressão cometida pela mulher, o delegado considerou que os casos são de lesão corporal e não de espancamento. Melina Esteves foi apontada como autora de espancamentos de uma babá, Raiana Ribeiro.

A funcionária para se proteger da mulher chegou a pular do terceiro andar do prédio no bairro do Imbuí. Melina Esteves é investigada por violência doméstica contra outras 11 ex-funcionárias. (Com info do Bahia Notícias)

O procurador da República Sidney Madruga foi nomeado pelo presidente Jair Bolsonaro para o cargo de conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O procurador tentou encerrar uma investigação contra o filho do presidente, senador Flávio Bolsonaro, em 2019, sem fazer diligências. As informações são do site Metrópoles.

A nomeação foi publicada na última terça-feira (20), após o Senado Federal aprovar o nome de Madruga, indicado pelo procurador-geral da República (PGR) Augusto Aras. Segundo o colunista, o procurador ocupará a vaga do Ministério Público da União (MPU) no CNJ e tomará posse no próximo dia 3 de agosto.

Madruga, que já atuou na Procuradoria Regional Eleitoral da Bahia, tentou arquivar um inquérito de falsidade ideológica eleitoral contra Flávio Bolsonaro feito em sua declaração de bens à Justiça Eleitoral. O arquivamento foi vetado pela 2ª Câmara Criminal de Revisão do Ministério Público Federal (MPF). (Com info do Bahia Noticias)

A Polícia Federal instaurou inquérito para investigar suspeita de prevaricação de Jair Bolsonaro na negociação do governo para a compra da vacina Covaxin.

A apuração tem origem nas afirmações do deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), que diz ter avisado o presidente sobre irregularidades nas tratativas e as pressões que seu irmão, servidor do Ministério da Saúde, teria sofrido. A prevaricação é um tipo criminal em que o agente público deixa de agir ou retarda a ação para satisfazer interesses pessoais.

No caso do presidente, a apuração vai buscar saber se ele foi de fato informado e se tomou medidas. A investigação foi solicitada pela PGR após a ministra do STF Rosa Weber cobrar manifestação da Procuradoria sobre a notícia-crime apresentada ao Supremo por três senadores. Na PF, o caso será conduzido pelo Sinq (Serviço de Inquérito) da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado, setor que cuida de apurações que envolvem pessoas com foro.

 

 
Após 20 dias de uma megaoperação, com mais de 270 policiais, Lázaro Barbosa, de 32 anos, foi morto nesta segunda-feira (28), em Goiás. A informação da morte foi repassada pelo repórter Roberto Cabrine da Record, que está na região acompanhando o caso. A polícia chegou ao criminoso, após ele ter procurado a sogra para tentar encontrar a mulher. A informação divulgada inicialmente pelo governador Ronaldo Caiado, seria de que o bandido teria sido preso. Condenado por assassinatos e estupros, o fugitivo da Justiça era procurado por uma série de crimes na Bahia e em Goiás. Ele também é acusado da morte de quatro pessoas de uma família em Ceilândia, no Distrito Federal, e de um caseiro de uma fazenda no distrito de Girassol, em Goiás.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) de Goiás informou que o suspeito deve ser encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). As buscas começaram no dia 9 de junho, após o crime no DF. Na fuga, Lázaro roubou um carro e foi para a cidade de Cocalzinho de Goiás, a 80 km de distância. Desde então, foi perseguido pela força-tarefa policial pelas matas da região.

Drones, helicópteros, rádios comunicadores e até um caminhão com uma plataforma de observação elevada de videomonitoramento ajudaram nas operações.

 

Uma operação da Polícia Federal prendeu seis pessoas na manhã desta terça-feira (15) nas cidades de Eunápolis, Porto Seguro, Vitória da Conquista e Salvador. Entre os detidos estão os ex-prefeitos José Robério e Cláudia Oliveira, de Eunápolis e Porto Seguro respectivamente. 

A operação, chamada de Fraternos e inicada em 2017, investiga uma organização criminosa responsável por fraudar e desviar cifras milionárias em licitações fraudulentas nas cidades de Porto Seguro, Eunápolis e Santa Cruz Cabrália. As fraudes teriam ocorrido entre os anos de 2008 a 2017. 

Ainda na operação foi determinado o afastamento do cargo do atual prefeito de Santa Cruz Cabrália, Agnelo Santos (PSD). Também foi determinado o sequestro de bens e valores de cerca de 11 milhões de reais dos investigados.

Segundo nota da PF, "no curso da investigação ficou comprovado que o grupo se instalou inicialmente na Prefeitura de Eunápolis, expandindo-se nos anos seguintes para as prefeituras de Santa Cruz Cabrália e Porto Seguro". A Polícia Federal informa ainda que a organização criminosa criou mais de uma dezena de empresas de fachada em nome de parentes e simulou a disputa para vencer as licitações. (Metro1)

A Polícia Federal (PF) prendeu no último domingo (23) onze foragidos da Justiça que estavam inscritos para as provas do concurso da corporação no Distrito Federal e mais nove estados.

Os candidatos tinham mandado de prisão em aberto e foram retirados do local do exame. As informações são do G1 DF. Segundo os investigadores, os mandados de prisão foram cumpridos de forma discreta e sem causar tumulto ou prejuízo para aplicação das provas", medida que  "garantiu a segurança do concurso".

Além de Brasília, as prisões ocorreram nos estados: Acre, Bahia, Mato Grosso, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.

A PF não divulgou a identidade dos presos e nem quais crimes eles respondiam. No último domingo, as provas aplicadas foram escritas para os cargos de delegado, agente, escrivão e papiloscopista da PF. O concurso tem, ao todo, 1,5 mil vagas e mais de 320 mil inscritos. Os salários iniciais variam de R$ 12 mil a R$ 23 mil.

As Policiais Civis de 19 estados realizam nesta terça-feira (18) uma operação para cumprir 68 mandados de busca e apreensão contra pedofilia. As investigações duraram mais de um ano e identificaram uma rede mundial de computadores em que diversos grupos trocavam fotos e vídeos com imagens estarrecedoras de crianças.

"É uma das maiores investigações contra a pedofilia”, disse o delegado Adriano França que chefia a Delegacia da Criança e Adolescente Vítima do Rio de Janeiro. O trabalho aconteceu após uma análise dos dados até o ano de 2019 do Disque 100 indicando que mais de 86 mil denúncias foram registradas, sendo 17 mil de abusos sexuais. 

De acordo com a Polícia Civil do RJ, levando-se em conta o número de subnotificações e o silêncio das vítimas, o número de denúncias é bem maior. Outro dado preocupante se dá em decorrência da pandemia do coronavírus, momento em que a polícia percebeu uma curva crescente de casos.
O objetivo da operação nacional é desbaratar este grupo e que todos respondam criminalmente.

"É dever moral denunciar qualquer tipo de violação dos direitos humanos, em especial, quando as vítimas são crianças e adolescentes, em razão da vulnerabilidade destes seres em formação”, explicou França.

A investigação que resultou na operação nacional contou com o intercâmbio entre as polícias civis dos demais estados, dentre eles, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Goiás, Paraná e Rio Grande do Sul. A Operação no RJ conta com a participação da força-tarefa de peritos criminais de informática para a análise do conteúdo dos objetos apreendidos. Ao final da operação as polícias fecharão um balanço nacional.

Seguem os números de alvos identificados, por estados, no decorrer da "Operação Lótus": 
Bahia - 5
Ceará - 3
Distrito Federal - 1
Espírito Santo - 3
Goiás - 5
Maranhão - 1
Minas Gerais - 6
Mato Grosso - 2
Pará - 4
Pernambuco - 2
Piauí - 1
Paraná - 1
Rio de Janeiro - 9
Rio Grande do Norte - 1
Rondônia - 1
Rio Grande do Sul - 6
Santa Catarina - 1
Sergipe - 1
São Paulo - 15
(Com info da CNN)

A Bahia e mais cinco estados serão beneficiados com a autorização de desbloqueio de recursos para a segurança pública autorizado nesta quarta-feira (5) pelo Ministério da Justiça. O valor desbloqueado é de mais de R$ 165,7 milhões para investimento nas forças de segurança. Os outros estados beneficiados são Acre, Amapá, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

“Esses recursos vão auxiliar os estados a investirem em equipamentos, viaturas, tecnologias e capacitação dos profissionais que atuam diuturnamente no combate à criminalidade”, ressaltou o ministro Anderson Torres, em ofício enviado aos senadores. A verba é do Fundo Nacional de Segurança Pública e referente aos eixos de enfrentamento à criminalidade violenta e de valorização dos profissionais de segurança pública, destaca a Agência Brasil.

Para que o repasse seja efetivado, os estados devem cumprir alguns critérios, entre eles a disponibilização de dados integrados ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), plano de carreira de servidores, possuir fundo e conselho estadual instituídos e em funcionamento, além de garantir que somente até 3% do efetivo atue fora de suas respectivas corporações. Os desbloqueios foram feitos após análise e aprovação dos planos de aplicação entregues pelos entes federados.

Em março, o governo federal anunciou o desbloqueio de cerca de R$ 160 milhões para investimento em segurança pública pelos estados do Mato Grosso do Sul, Amazonas, Paraíba, Goiás e Distrito Federal. (BN)

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